Bolsa Família

O Programa Bolsa Família (PBF) foi criado pelo Governo Federal em 2003 e até hoje vem ajudando famílias de todo Brasil que tem renda insuficiente para manter seus filhos e comprar alimento para alimentar os mesmos todos os dias. A renda que o programa Bolsa Família oferece pode ser adquirida diretamente de uma conta Caixa, onde a família beneficiária saca com seu cartão magnético o valor a que tem direito.


Todos os detalhes do programa bolsa família da Caixa.


Graças a esse método de transferência direta de renda para a sua conta, direcionado às famílias em situação grave de pobreza e em todo o Brasil, de modo que consigam aguentar sua situação precária. O programa busca garantir a essas famílias o direito à alimentação e o acesso à educação e à saúde. Em todo o Brasil, mais de 13,9 milhões de famílias são atendidas pelo Bolsa Família.

Desde que foi criado, o Programa Bolsa Família já ajudou milhares de famílias em todo Brasil e diminuiu grandemente as estatísticas e índices de “má” saúde que comprometiam grande parte de toda população. Além disso, o Programa Bolsa Família colocou milhares de crianças dentro das escolas pelos seus benefícios e requerimentos.

Podem fazer parte do Bolsa Família

  • As famílias com renda de até R$ 69,00 por pessoa, por mês;
  • As famílias com renda entre R$ 69,01 a R$ 137,00 por pessoa, por mês, e que tenham crianças e adolescentes com idade entre zero e 15 anos ou gestantes;
  • As famílias com renda entre R$ 0,00 a R$ 137,00, por pessoa, por mês, e que tenham adolescentes entre 16 e 17 anos;
  • Famílias que atendem aos critérios do programa e estão inscritas em outros programas federais.

Veja como funciona, os benefícios e condições do Bolsa Família.

Aqui ficam mais algumas informações sobre a Bolsa Família.

Além de incluir outras 300 mil famílias no programa Bolsa Família, o governo estuda conceder aumento maior dos benefícios a partir do ano que vem para compensar o fato de que neste ano eleitoral não houve recomposição. O valor a ser proposto pela área técnica será fechado nesta semana e apresentado ao Ministério do Planejamento. São cinco propostas na mesa de percentuais que afetam os benefícios fixos e variáveis.

Apesar de tentar desvincular o fator eleitoral da recomposição do valor concedido mensalmente, a proposta terá impacto já neste ano, pois o orçamento engordado do Bolsa Família será anunciado no calor da campanha pelo Palácio do Planalto.

O Bolsa Família fecha este ano com cerca de 12,9 milhões de beneficiários e o governo estima investir R$ 13 bilhões em repasses. Para chegar a esse valor, é prevista a necessidade de uma suplementação orçamentária de R$ 300 milhões, segundo os valores desembolsados até junho, no total de R$ 6,6 bilhões.

A conta que está sendo feita pelos técnicos do Ministério do Desenvolvimento Social é no sentido de apresentar uma proposta orçamentária para atender 13,2 milhões de famílias e dar o reajuste para compensar o ano eleitoral. “Este ano houve prejuízo aos beneficiários porque não teve recomposição dos valores. As famílias não têm nada a ver com a eleição”, disse o diretor de Operação do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS), Antonio Carlos Rosa de Oliveira Júnior. “Há uma frustração por não ter concedido a atualização dos benefícios por causa do impacto político disso. É adequado se pensar em fazer a recomposição a partir da última data para manter o poder de compra das famílias. O programa tem que continuar”, acrescentou.

A bolsa família foi criada pelo presidente Lula em 2003, a bolsa beneficia de R$60,00 a R$120,00 por pessoa da família, não é muito dinheiro, mas é uma ajuda, as inscrições são feitas pelo próprio município pelo Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), essa inscrição só pode ser efetuada por quem recebe menos de R$207,50, por mês menos que um salário mínimo, pois corra atrás.